sábado, abril 04, 2009

Récapitulerait

Ele, De seu nome arrasta o vago consciente. Sem querer relevância aquela que casta raça de quem seguisse. Mera pobreza corporal ao borbulhar da semente. Bole o expoente cósmico, desvio de ângulos calibrados à pressão craniana, sua. Exploram falanges a rugosidade da tez. Ressonância do rouco ecoante no osso, cambaleante árido. ‘Isto hoje já não é o que vai ser amanhã’, replicaste aquém das folhas conformadas, pleno silêncio. Moimento do ser, quebra sobre si mesmo. “Não posso ter apenas qualquer um a ajudar-me, necessito de alguém com quem eu possa comunicar”. Deixa-me estar, refogado de jeropiga. Cessas ao valor que não medras, remete ao turvo cartão, renúncia tinta portanto ser somente ele, quem repuxa a meados da medula às vísceras entrevadas, exonerado. Semicerra à indulgência de rebuscar a própria difamação, rebuscado a permanente. Sulco assim, esparge o chão. “All growth is a leap in the dark, a spontaneous unpremeditated act without benefit of experience.” Globalismo casual intrínseco dos que saberíamos que seria, correr assim em âmbitos, nove e oito. Passividade ofensa ao estrangulo do próprio espólio genético não fosse dilúvio ao neurónio, viveiros povoais à lei sem faro ou visão, apenas inspector. Ele, derrota ao socialismo utópico da fronte sensacionalista que um dia ‘sobre la historia dispara’. Entretanto, ora ressequisse, impingira-nos a brio, timbre cósmico.

There is no real intelligence goodness. (Ludwig van Beethoven)

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