terça-feira, março 10, 2009

Mitocôndria

Sensivelmente irreal até meio cheio, radiação miscelânea, rasga folha sem pudor, vergonha de nada, irreal. Jasmins pisados, rasgados sangrentos, sensível dourado baço. A intransigência de quem pegava à mão esquerda sem querer, inala sem engolir, repisa na vã, oblíquos a uma mente pairavam. Salvas mentes sãs, sabor a inculta, burra, uma única severa efémera fosse quem queria - ego.

“Se sabe a falso, esse teu ódio ao colonial…” encarquilha, repelir quem chora gáudio da pútrida imparidade de sua terra, sem quero. Quero irreal, meio cheio de pedra, rasguem garganta de que ruiu. É agora maculado, retalha, estruge num meloso imenso de nada, regenara quem rege rejeicção ao recto. Sem ver já sei querer oco, arranhar garras e nós de marinheiro. Fulguração imensa, escuridão ou recusa sem que mande chuva, pouso me copázio assim. Vê-lo respirar sobre mim, nada, subir … é anuência querer descer, inalar e divagar de nada, bagatelas imensas ocupantes.

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